quarta-feira, junho 06, 2007

Esclerose múltipla deve beneficiar de financiamento similar ao da sida

Lusa 06.06.07

A esclerose múltipla deve beneficiar de financiamento público similar ao adoptado para os doentes com VIH/Sida, defendeu hoje o presidente da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), Álvaro Almeida.
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É por isso que a ERS propõe que o tratamento da esclerose múltipla seja financiado, tal como o da sida, em que os hospitais recebem "um valor fixo por cada doente", explica Álvaro Almeida.
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terça-feira, junho 05, 2007

Hospitais gastaram quase 250 milhões em medicamentos nos primeiros 4 meses do ano

Lusa 04-06-07

Os hospitais do Serviço Nacional de Saúde gastaram quase 250 milhões de euros em medicamentos nos primeiros quatro meses do ano, tendo-se registado em Abril um decréscimo de 11,3 por cento no consumo, segundo dados divulgados hoje pelo Infarmed.
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quinta-feira, maio 24, 2007

Governo trava hemorragia financeira na Saúde

DN 24.05.07

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O terror para os últimos ministros da pasta da Saúde - e também dos titulares das Finanças - são as compras com os medicamentos. Aqui parecem existirem sinais de "garrote" financeiro. Nas compras de produtos farmacêuticos para consumo hospitalar e em "material de consumo clínico", foram escoados 69 milhões de euros, um aumento de dois milhões de euros em comparação com o ano passado.
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segunda-feira, maio 21, 2007

Atrasos no EAP do TMC114 (2)

Email enviado na semana passada ao Ministro da Saúde acerca dos atrasos no EAP (AUE) do TMC114:

Caro Dr. Correia de Campos

Lamento voltar a incomodá-lo sobre o mesmo assunto mas, três semanas depois da entrevista que concedeu ao GAT, o assunto da autorização da dispensa do Duranavir a doentes em falência terapêutica continua bloqueado.

Não só no Hospital de Egas Moniz mas, também agora, segundo chegou ao nosso conhecimento, nos Hospitais Pulido Valente e Distrital de Faro.

Se alguma coisa evoluiu foi o nosso espanto em relação ao pedido, feito pelo Direcção da Economia do Medicamento do INFARMED, de repetição dos testes de resistência – aparentemente por serem antigos!

Como se as resistências, uma vez verificadas, pudessem desaparecer. Se alguma coisa se alterou terá sido a sensibilidade aos fármacos que ainda estão a ser utilizados e que só poderá ter diminuído.

Não duvido da qualidade, como farmaco-economistas, dos membros do Departamento que fizeram tal pedido. Mas os seus conhecimentos e informação em relação ao vírus, às suas mutações e ao aparecimento de resistências face aos medicamentos parecem deixar muito a desejar.

Lamento ter de ser eu a avaliar esta situação. Naturalmente que o INFARMED dispõe de suficientes competências científicas e técnicas que poderiam ter evitado que este pedido fosse feito. Competiria, mais adequadamente, e nem que fosse com objectivos pedagógicos, às administrações, direcções clínicas ou de serviços dos hospitais referidos, ou mesmo à Coordenação Nacional para o VIH, tomarem a iniciativa de explicar, a quem o fez, o despropósito de tal pedido e a ignorância que revela.

Mas, qualquer que seja a razão, não se vê nenhuma destas entidades tomar tal iniciativa institucionalmente. Com manifesto prejuízo para os doentes e, até, incorrendo-se em custos desnecessários.

Torna-se cada vez mais premente a institucionalização de um mecanismo de alerta e informação para estes e semelhantes casos, como falámos na reunião do dia 24 de Abril.

Não só porque a análise das situações tem de ter credibilidade e sustentação científica, não podendo ser invocados argumentos que demonstram a ignorância de quem os utiliza, mas, sobretudo porque os obstáculos colocados no acesso a estes medicamentos podem significar a diferença entre a vida e a morte das pessoas.

Com os meus melhores cumprimentos pessoais

Pedro Silvério Marques

Membro do Conselho Consultivo do GAT

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terça-feira, maio 15, 2007

Atrasos no EAP do TMC114




Fax enviado ontem ao INFARMED acerca dos atrasos no EAP (AUE) do TMC114:

Exmo. Senhor Dr. Hélder Mota Filipe

O GAT teve conhecimento que no decorrer do processo de Autorização de Utilização Especial (AUE) para o fármaco Duranavir (TMC114), foram requisitados aos hospitais Egas Moniz, Pulido Valente e Hospital Distrital de Faro, novos testes de resistência dos doentes que necessitam do medicamento.

O GAT gostaria de pedir esclarecimentos a V.Exa. sobre este procedimento, pois parece-nos que isto atrasa um processo que é urgente e apresenta custos adicionais desnecessários. A situação dos doentes que potencialmente podem vir a beneficiar do Duranavir, não pode certamente ter progredido para melhor. Pelo contrário, a eventual sensibilidade à terapêutica que estão a fazer só pode ter diminuído pelo que necessitam urgentemente deste medicamento para evitar uma falência terapêutica total, que os colocará em perigo de vida.

Apesar de não termos conhecimento das motivações que originaram este requisito por parte do INFARMED, desejamos que no futuro deixe de fazer parte do processo por manifestamente desnecessário.

Com os nossos melhores cumprimentos,

A Direcção do GAT

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segunda-feira, abril 30, 2007

Homossexuais não podem dar sangue

A nossa vergonha continua...

Público 28.04.07

Pergunta polémica foi retirada do site do Instituto Português do Sangue, mas a prática mantém-se em vários hospitais. Em Espanha e na Suíça esta exclusão já foi banida.
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Centros de saúde e hospitais podem passar para câmaras

Público 30.04.07

Uma hipótese: imagine-se um hospital de pequena dimensão que a autarquia decide transformar em "elefante branco", atraindo profissionais de saúde com salários altos e "ultrapassando o que seria razoável para a região". Poderá este ser um cenário possível caso a gestão de 15 hospitais e de centros de saúde passe do Ministério da Saúde para as câmaras municipais, como propõe o Governo?
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