domingo, julho 01, 2007
Dádiva de órgãos em vida é alargada a casais e amigos
DN 30.06.07
A dádiva e colheita de órgãos em vida já é possível entre cônjuges ou amigos, desde que autorizada pela Entidade de Verificação da Admissibilidade da Colheita para Transplante (EVA), de acordo com a Lei 22/2007, publicada ontem em Diário da República. A doação em vida era barrada a cônjuges ou amigos e apenas permitida nos casos de parentesco até ao terceiro grau.
"A nova lei vem alargar a doação em vida. Antes, havia muitos casos de cônjuges ou de amigos que não o podiam fazer e iam, por vezes, a outros países", avançou ao DN Eduardo Barroso, presidente da Autoridade para os Serviços de Sangue e de Transplantação. Na opinião do cirurgião, esta lei "vai fazer a diferença e aumentar muito a doação de órgãos em vida".
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A dádiva e colheita de órgãos em vida já é possível entre cônjuges ou amigos, desde que autorizada pela Entidade de Verificação da Admissibilidade da Colheita para Transplante (EVA), de acordo com a Lei 22/2007, publicada ontem em Diário da República. A doação em vida era barrada a cônjuges ou amigos e apenas permitida nos casos de parentesco até ao terceiro grau.
"A nova lei vem alargar a doação em vida. Antes, havia muitos casos de cônjuges ou de amigos que não o podiam fazer e iam, por vezes, a outros países", avançou ao DN Eduardo Barroso, presidente da Autoridade para os Serviços de Sangue e de Transplantação. Na opinião do cirurgião, esta lei "vai fazer a diferença e aumentar muito a doação de órgãos em vida".
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Etiquetas: transplantes
sábado, junho 02, 2007
Ineficácia nos hospitais impede 50 transplantes todos os anos
DN 02.06.07
As listas de espera para transplantes continuam a aumentar em Portugal, não tanto por falta de dadores, mas por dificuldades na colheita de órgãos. Apenas metade dos 42 hospitais autorizados o fazem com regularidade, o que leva a que "muitos órgãos se percam", denuncia Manuel Abecassis, presidente da Organização Portuguesa de Transplantação (OPT), ontem extinta. O médico deu como exemplo a falta de disponibilidade de recursos humanos no Hospital de Santa Marta (Lisboa), onde a instituição chega a "doar órgãos a Espanha".
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As listas de espera para transplantes continuam a aumentar em Portugal, não tanto por falta de dadores, mas por dificuldades na colheita de órgãos. Apenas metade dos 42 hospitais autorizados o fazem com regularidade, o que leva a que "muitos órgãos se percam", denuncia Manuel Abecassis, presidente da Organização Portuguesa de Transplantação (OPT), ontem extinta. O médico deu como exemplo a falta de disponibilidade de recursos humanos no Hospital de Santa Marta (Lisboa), onde a instituição chega a "doar órgãos a Espanha".
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domingo, abril 22, 2007
Doação de órgãos em vida passará a ser livre

Enquanto esperamos o primeiro transplante de fígado para pessoas seropositivas em Portugal...
(Só nos últimos três anos, já se fizeram mais de 40 transplantes em Espanha. Nós por cá, temos hepatologistas e gastroenterologistas que continuam a achar um desperdício gastar um bom fígado a um "sidoso".)
Público 19.04.07
Até agora, a doação em vida de órgãos não regeneráveis para transplantação só era permitida entre pessoas com uma relação de parentesco até terceiro grau. Mas já não deverá tardar a que seja livre entre qualquer pessoa, embora sujeita a avaliação prévia.
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Etiquetas: transplantes